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Obid divulga indicadores atualizados sobre uso/abuso de drogas no Brasil

O Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas disponibiliza os indicadores mais recentes relacionados ao uso/abuso de drogas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 30 mil pessoas foram autuadas pela PRF, em 2014, por conta do consumo de álcool – uma quantidade menor do que a registrada em 2013, que corresponde a 33.712 mil pessoas. Os maiores números apresentados pela PRF relacionam-se a passagens com maconha. Em 2014, mais de 168 mil de pessoas registraram ocorrência, um número que vem crescendo nos últimos anos.

Pesquisa indica que usuários abusivos de cocaína não podem reconhecer a perda emocional

Um estudo publicado no Jornal of Neurosciene revelou que um viciado em cocaína não pode reconhecer a perda ou o ganho emocional. Com o forte efeito destrutivo da droga sobre o cérebro os pesquisadores afirmaram ser impossível para um usuário de cocaína sentir tristeza como, por exemplo, por um término de relacionamento ou a perda de um familiar ou, alegria, no caso do nascimento de um parente próximo. O que acontece, de acordo com os estudiosos, é que a droga afeta diretamente as vias de percepção de sinalização do cérebro.

Para chegar às conclusões, os especialistas estudaram a atividade cerebral de 75 pessoas, 50 viciados em cocaína e 25 saudáveis, enquanto jogavam um jogo de azar. Cada convidado deveria prever se iria ganhar ou perder dinheiro em cada rodada.

Índice de fumantes passivos cai pela metade nos Estados Unidos

A taxa de americanos não fumantes expostos ao fumo passivo caiu de 53% em 2000 para 25% em 2012

A exposição dos americanos ao fumo passivo diminuiu pela metade desde 2000, segundo as autoridades sanitárias federais. O declínio é consequência de novas políticas adotadas por estados e municípios que proibiram o fumo em bares, restaurantes e escritórios. Além disso, menos americanos estão fumando dentro de suas casas.

O índice de americanos não fumantes expostos ao fumo passivo caiu de 53% em 2000 para 25% em 2012, de acordo com uma análise de dados federais feita pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças. O nível de exposição foi determinado por testes de cotinina, um marcador de nicotina no sangue.

Maços de cigarro viram campo de batalha entre empresas e governos

Autoridades de saúde ao redor do mundo têm sistematicamente aumentado o número de alertas sobre os males do fumo em maços de cigarro. Mas a indústria tabagista vem encontrando maneiras de contra-atacar com o que se pode chamar de uma "guerrilha do design". E a Austrália se tornou uma das frentes de batalha mais importantes.

Em dezembro de 2012, o país pôs em prática uma das mais rígidas legislações antifumo do mundo ao determinar que os maços basicamente se tornassem "caixas marrons" - com exceção do nome do produto e da marca da empresa, até as cores eram determinadas pelo governo. As imagens fortes das consequências do fumo tinham que ocupar, obrigatoriamente, 75% do espaço da frente e 90% da parte de trás.